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A exposição chama-se “Caminho das Artes”, está incluída no In.Artes e é uma das vertentes do “Verão In.Santarém… é um espanto!” mais acarinhada pelos comerciantes e moradores do centro histórico de Santarém. Consiste na colocação de fotografias nas varandas de algumas das principais ruas do centro, tendo sido este ano escolhidas a Rua Serpa Pinto, a Rua Guilherme de Azevedo e um troço da Rua Capelo Ivens.

Tendo como tema “O Ribatejo”, esta mostra de fotografia pretende dar cor e alegria às ruas do centro histórico e, da mesma forma, funcionar como chamada de atenção para a beleza dos edifícios daquela zona. Pretendeu-se dar um olhar global sobre região, onde o Tejo, a Lezíria e o Bairro, os Costumes e Tradições estivessem presentes. Uma das novidades deste ano vai ser a colocação de iluminação junto de cada fotografia para que estas se tornem mais visíveis à noite.

As fotografias foram escolhidas pelo curador da exposição, Paulo Semblante Mendes. Dos 30 fotógrafos participantes alguns saíram do coletivo escalabitano de fotografia amadora, mas foram também convidados fotógrafos ribatejanos pertencentes a um outro grupo de fotografia. São ao todo 60 fotografias em exposição, sendo que foram escolhidas duas de cada fotógrafo.

O “Caminho das Artes” foi inaugurado na passada quinta-feira, na presença do vereador da Câmara de Santarém Luís Farinha, dos responsáveis da EDP, patrocinadora do evento, do curador da exposição, Paulo Semblante Mendes, e de alguns dos fotógrafos participantes. Ao longo da mostra, Paulo Semblante foi dando indicações sobre a proveniência dos autores das fotografias, da localização dos assuntos fotografados e mesmo de algumas técnicas utilizadas. A cada fotógrafo presente foi também pedida uma pequena descrição sobre as suas fotos, o que enriqueceu bastante a inauguração.

No fim do percurso, o vereador Luís Farinha mostrou-se “encantado” com a qualidade da exposição ao ar livre. “Estas fotografias espelham o que é a tradição e a imagem que temos para comunicar, em termos de cidade, do concelho e da região. Somos capital de distrito e temos de afirmar essa capitalidade”. Considerou que os trabalhos expostos, embora pertencentes a fotógrafos amadores, são “profundamente empenhados”. E por fim, deixou um desafio à população: “Venham visitar a cidade à noite para fazerem a descoberta destes caminhos das artes”.

Caminho das Artes 2